O Brasil com seu tamanho continental, multicultural, multiétnico, vive há mais de 500 anos sob os auspícios da corrupção escandalosa na administração pública. Não vou entrar nos aspectos históricos, cujos fatos possibilitariam escrever uma enciclopédia de tantas falcatruas praticadas por piratas investidos no poder de comandar uma das maiores economias do mundo às custas de alto sacrifício do povo.
Alguns fatos notórios surgiram nos últimos dias, no cenário da administração pública, nascidos no seio do Poder Executivo. Tudo são escândalos vergonhosos que deixaria qualquer povo do além mar, ruborizado de tanta vergonha. Atos praticados no reino de Ali Babá e que estão prestes a explodir e que esperamos surtam reais efeitos.
Pois bem... Como se não bastasse o fato dos cartões corporativos, com a farra dos gastos desmedidos, aparecem agora, episódios novos que nada mais servem senão para quem sabe, desviar a atenção do povo do país de Alice de acontecimentos muito mais graves.
O que deixa o cidadão perplexo é como tudo foge da vigilância dos "guardas de plantão" petista ou do silêncio sem respostas proposital!
Querem ver como existem coisas que só acontece no Brasil? A grande maioria do povo brasileiro está se perguntando que "relevantes serviços" teria prestado a digníssima esposa do Presidente da República, Sra. Marisa Letícia, à aeronáutica para ser condecorada com a Medalha "Santos Dumont" no início de fevereiro deste ano, lá no extremo Rio Grande do Norte. Teriam sido os relevantes serviços prestados à Aeronáutica Brasileira, quando usou aviões militares para transportar familiares, como o fez na oportunidade em que um dos seus filhos viajou entre São Paulo e Brasília (ida e volta) com um grupo de amigos, apenas para passear?
Outro fato estarrecedor, ditos por um ex-empregado da Petrobrás, “encarregado de compulsar documentos sigilosos,” que denunciou que os petistas de Lula teriam invadido as dependências da Petrobrás com a eficiência de uma KGB para se apoderarem de documentos sigilosos da Petrobrás, armazenados em alguns computadores portáteis da empresa. Entre tantas perguntas sem respostas, esta é a que mais chama atenção: como “arquivos sigilosos” foram roubados de um container de cargas em um percurso tão pequeno, em águas nacionais?
Outra curiosidade que chamou a tenção esta semana e que ninguém conseguiu entender até agora, é a importância da viagem de Lula à Antártica. O Presidente Lula, a esposa e um filho acompanhado de mais uma numerosa delegação, estão presos naquele fim de mundo aguardando condições metereológicas favoráveis , para seguir viagem. O que teria de tão misterioso, que tivesse motivado o Presidente da República, ficar à disposição do tempo, usando logicamente “cartão corporativo” para pagar essa despesa totalmente desnecessária? O seriam a extensão dos relevantes serviços que a Sra, Marisa Letícia está prestando à Aeronáutica? Francamente é duro carregar a identidade brasileira. O Presidente Lula vem se comparando com o governo do Presidente Getúlio Vargas. Ora, o que Lula não pode esquecer é que o Presidente Vargas se suicidou.
Por fim, como se sairão os estrategistas do Lula para dar estas explicações ao povo de tantas falcatruas? Acho que os escândalos novamente escaparam ao controle das Excelências do Executivo e também do próprio Legislativo, cujas respostas o país exige.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
A Presença no Poder sem Fronteiras
Durante esta semana o Rio Grande do Sul é palco de um evento semelhante ao Fórum Social Mundial, desta vez discutindo com autoridades do mundo inteiro, a estrutura das cidades cujo principal objetivo é adequar as células municipais aos novos tempos com novos paradigmas, durante a realização da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento das Cidades no centro de eventos na PUC em Porto Alegre.
Excelente iniciativa do promotor do evento. De há muito defendemos de que o princípio da construção das mega cidades, com superpopulações, precisam se adequar à outra realidade organizacional, não só de infraestrutura, mas também com todos os requisitos necessários ao bem estar de cada indivíduo. A capital São Paulo,por exemplo, abriga em seus 1.523 quilômetros quadrados uma população de 10.886.518 habitantes. São mais de sete mil habitantes disputando o espaço do quilômetro quadrado. Comparando estes dados com municípios como por exemplo Picada Café, cidade ao pé da serra gaúcha é estratosférica a diferença. Neste município, 4.824 habitantes disputam 85 quilômetros quadrados, ou seja, 56 habitantes por quilômetro quadrado. Descabe qualquer esforço para se chegar a conclusão que a qualidade de vida das cidades de alta densidade populacional é precaríssima.
A quebra de paradigma é de que os habitantes passem de meros moradores, à agentes participativos no processo de desenvolvimento comunitário que contemplem também a qualidade de vida no mais amplo sentido é necessária. Além dos poderes do Estado, o exercício da participação individual de cada munícipe comprometido com a saúde orgânica de sua "polis" exige da própria comunidade a ocupação do "podium" da democracia, inclusive, regulando a expansão da explosão demográfica. Uma visão de poder sem fronteiras na expressão do exercício democrático.
Tal como o país de dimensões continentais, as mega cidades ou as mega metrópoles, perderam o controle de sua organização, segurança, identidade cultural entre outros valores. Tanto é verdade que os municípios de melhor qualidade de vida sempre são os de pequena dimensão populacional, como demonstrado acima. Pequena estrutura, organizadas, são exemplo da cidade Tupandi, do interior do Rio Grande do Sul, com 3.000 habitantes disputando espaço geográfico de 50 quilômetros quadrados, classificada como a segunda cidade entre as cem no "rancking" de municípios brasileiros, com o melhor índice de qualidade de vida. Aqui também não podemos perder de vista outras cidades do Rio Grande do Sul, destacadas pelos excelentes índices de aprovação de administração pública, na estrutura da assistência social, educação, etc. a exemplo dos municípios de Nova Petrópolis, Picada Café, Feliz, Bom Princípio, Ivoti, etc.
Se necessária uma mudança para melhorar a qualidade de vida das pessoas, também é necessário que elas participem com seu envolvimento na vida comunitária, a partir, não só do voto, como uma mera obrigação legal, mas das sugestões, indicações, participação comunitária na manutenção da estrutura cultural.
A grande aldeia global está sendo organizada pelos capitais mundiais, como um centro único de consumo de todas as mercadorias produzidas no universo industrial, em torno das quais – indústrias – as cidades se projetam ao crescimento sócio-econômico-cultural. Os capitais não têm fronteiras. Os lucros das multinacionais são astronômicos. O empregado deixou de existir e se tornou um parceiro na construção do mercado de ocupação, na relação capital x trabalho. A antiga figura do patrão foi substituída pelo investidor, quebrando assim, outro paradigma. As igrejas, outrora respeitadas, freqüentadas pelos munícipes fiéis, se transformaram numa autêntica "Indústria da Fé", levando ao "Senhor Deus do Metal Amarelo" os devotos salvos desde que tenham recheado saldo bancário, o que deixa outra interrogação sem resposta do que Cristo Jesus combateu em seus ensinamentos.
Governo e Empresas; cidadãos e estado são componentes indissociáveis. Mas não se confundem, embora um não existe sem o outro num mercado de livre economia. O Estado como instituição se perdeu na distância da real razão de ser, que é o de servir ao cidadão. A partir desta premissa nasce a exigência do envolvimento de cada um na construção do todo. Portanto, é oportuna a Conferência Mundial das Cidades na construção dos novos paradigmas. E-mail: cos.Schneider@gmail.com
Excelente iniciativa do promotor do evento. De há muito defendemos de que o princípio da construção das mega cidades, com superpopulações, precisam se adequar à outra realidade organizacional, não só de infraestrutura, mas também com todos os requisitos necessários ao bem estar de cada indivíduo. A capital São Paulo,por exemplo, abriga em seus 1.523 quilômetros quadrados uma população de 10.886.518 habitantes. São mais de sete mil habitantes disputando o espaço do quilômetro quadrado. Comparando estes dados com municípios como por exemplo Picada Café, cidade ao pé da serra gaúcha é estratosférica a diferença. Neste município, 4.824 habitantes disputam 85 quilômetros quadrados, ou seja, 56 habitantes por quilômetro quadrado. Descabe qualquer esforço para se chegar a conclusão que a qualidade de vida das cidades de alta densidade populacional é precaríssima.
A quebra de paradigma é de que os habitantes passem de meros moradores, à agentes participativos no processo de desenvolvimento comunitário que contemplem também a qualidade de vida no mais amplo sentido é necessária. Além dos poderes do Estado, o exercício da participação individual de cada munícipe comprometido com a saúde orgânica de sua "polis" exige da própria comunidade a ocupação do "podium" da democracia, inclusive, regulando a expansão da explosão demográfica. Uma visão de poder sem fronteiras na expressão do exercício democrático.
Tal como o país de dimensões continentais, as mega cidades ou as mega metrópoles, perderam o controle de sua organização, segurança, identidade cultural entre outros valores. Tanto é verdade que os municípios de melhor qualidade de vida sempre são os de pequena dimensão populacional, como demonstrado acima. Pequena estrutura, organizadas, são exemplo da cidade Tupandi, do interior do Rio Grande do Sul, com 3.000 habitantes disputando espaço geográfico de 50 quilômetros quadrados, classificada como a segunda cidade entre as cem no "rancking" de municípios brasileiros, com o melhor índice de qualidade de vida. Aqui também não podemos perder de vista outras cidades do Rio Grande do Sul, destacadas pelos excelentes índices de aprovação de administração pública, na estrutura da assistência social, educação, etc. a exemplo dos municípios de Nova Petrópolis, Picada Café, Feliz, Bom Princípio, Ivoti, etc.
Se necessária uma mudança para melhorar a qualidade de vida das pessoas, também é necessário que elas participem com seu envolvimento na vida comunitária, a partir, não só do voto, como uma mera obrigação legal, mas das sugestões, indicações, participação comunitária na manutenção da estrutura cultural.
A grande aldeia global está sendo organizada pelos capitais mundiais, como um centro único de consumo de todas as mercadorias produzidas no universo industrial, em torno das quais – indústrias – as cidades se projetam ao crescimento sócio-econômico-cultural. Os capitais não têm fronteiras. Os lucros das multinacionais são astronômicos. O empregado deixou de existir e se tornou um parceiro na construção do mercado de ocupação, na relação capital x trabalho. A antiga figura do patrão foi substituída pelo investidor, quebrando assim, outro paradigma. As igrejas, outrora respeitadas, freqüentadas pelos munícipes fiéis, se transformaram numa autêntica "Indústria da Fé", levando ao "Senhor Deus do Metal Amarelo" os devotos salvos desde que tenham recheado saldo bancário, o que deixa outra interrogação sem resposta do que Cristo Jesus combateu em seus ensinamentos.
Governo e Empresas; cidadãos e estado são componentes indissociáveis. Mas não se confundem, embora um não existe sem o outro num mercado de livre economia. O Estado como instituição se perdeu na distância da real razão de ser, que é o de servir ao cidadão. A partir desta premissa nasce a exigência do envolvimento de cada um na construção do todo. Portanto, é oportuna a Conferência Mundial das Cidades na construção dos novos paradigmas. E-mail: cos.Schneider@gmail.com
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Presente de Grego
Todo ser humano tem duas certezas na vida: a certeza da morte e do pagamento de impostos. Não há como fugir de uma nem de outra. Morto, o pobre cidadão, seus sucessores são compelidos a cumprir uma parafernália de encargos tributários que chegam a causar arrepios, pois precisa atender a voracidade do fisco o que torna o sofrimento ainda mais angustiante para quem fica.
Raciocínio lógico nos remete a conclusão da já esperada reação do poder estatal quando da extinção, ou melhor, da não renovação da CPMF – Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira. Aliás o ato parlamentar foi combustível para que o governo contra-atacasse através de outra linha de frente no afã de manter seus questionáveis programas sociais, que nada mais são que alimentar o imoral curral eleitoral, empobrecendo aos que já são pobres economicamente e, de outro, surrupiando as economias de contribuintes que já vivem atormentados pelo inferno tributário.
Aí está o presente de grego. Mal começou o ano, e como era de se esperar no calor das emoções e das festividades do final de 2007 e início de 2008, os Generais Gramscistas de Plantão da linha vermelho governamental de Brasília, golpearam o indefeso contribuinte com novo aumento de impostos, como surrado motivo de compensar a perda em parte dos recursos que seriam arrecadados pela CPMF, extinta a partir de 01 de janeiro de 2008. Aliás o governo não pode ver o povo feliz. A massa precisa estar sob constantes chibatadas para que suas esperanças por dias melhores, estejam sempre pendentes das vontades palacianas. Nem o povo feliz de "Zé Ramalho" muito menos povo feliz do "Pampa" ou ainda do "Café com Leite".
Voltado a recompor a voracidade fiscal, que é uma característica de qualquer governo, foi editado o Decreto Lei aumentando o IOF – Imposto sobre Operações Financeira - em 0,38% e o aumentado o Contribuição sobre o Lucro Líquido Financeiro de 9% para 15%. Isto quer dizer que o custo do dinheiro terá aumento, que no final do cumprimento dos contratos bancárias terá repercussão estratosférica.
Para quem pensou que foi só isto, está enganado. Se de um lado foi tirado da cadeia de contribuições arcadas pelo contribuinte a CPMF, de outro o Governo Federal instituiu dois aumentos de alíquotas de impostos já existentes. Não se dando por vencido e por achar que lucro é uma contravenção social, a Secretaria da Receita Federal editou Instrução Normativa, que exige que os bancos informem semestralmente ao órgão oficial, as operações financeiras das pessoas físicas e pessoas jurídicas, sob argumento de controlar a sonegação fiscal e remessa de dinheiro ao exterior.
Percebe-se claramente nesta Instrução Normativa, ofensa vergonhosa contra princípios consagrados na Constituição Brasileira. Sem dúvida que deve haver controle dos órgãos oficiais da remessa ilegal de dinheiro ao exterior que não passe pelas vias do Banco Central. Mas é preciso lembrar que este regramento não pode afrontar o princípio da livre iniciativa, do sigilo bancário, da dignidade humana entre outros. Pior que afrontar uma norma é afrontar um princípio. O governa vem afrontando os dois, indiscriminadamente.
Além dos questionáveis métodos de cobrança e imposição de novos tributos, agora o governo também vem atacando o Supremo Tribunal Federal em manobras indesejadas, de argumentos pífios em manter tributos declarados inconstitucionais pelo pretório excelso. Necessário se faz registrar que pendem de julgamento, recursos que questionam a inconstitucionalidade de alguns impostos como no caso do Funrural e do PIS/Cofins sobre ICMS. Vale registrar que este último está em larga vantagem em favor do contribuinte, que cumpridas as formalidades e atendidos os anseios da sociedade de ver banida as ilegalidades, teremos finalmente banida uma arbitrariedade inaceitável nesta seara, da injusta carga tributária arcada pelo povo da terra tupiniquim.
O Congresso Nacional vem imitando Pilatos. Lava as mãos quando teria que ter outra atitude. O Executivo em sua irresponsabilidade, quebrou o encanto da classe produtiva que acreditou nas mudanças prometidas em campanha e tiveram efeito inverso. Entre as colunas do Executivo e Legislativo, restou vertical, o Judiciário, em corrigir as irregularidades. Esperamos todos nós, neste início de ano, que o Judiciário continue cumprindo de forma angular, os anseios da sociedade brasileira tão desacreditada nos demais poderes constitucionais brasileiros.E-mail: cos.schneider@gmail.com
Raciocínio lógico nos remete a conclusão da já esperada reação do poder estatal quando da extinção, ou melhor, da não renovação da CPMF – Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira. Aliás o ato parlamentar foi combustível para que o governo contra-atacasse através de outra linha de frente no afã de manter seus questionáveis programas sociais, que nada mais são que alimentar o imoral curral eleitoral, empobrecendo aos que já são pobres economicamente e, de outro, surrupiando as economias de contribuintes que já vivem atormentados pelo inferno tributário.
Aí está o presente de grego. Mal começou o ano, e como era de se esperar no calor das emoções e das festividades do final de 2007 e início de 2008, os Generais Gramscistas de Plantão da linha vermelho governamental de Brasília, golpearam o indefeso contribuinte com novo aumento de impostos, como surrado motivo de compensar a perda em parte dos recursos que seriam arrecadados pela CPMF, extinta a partir de 01 de janeiro de 2008. Aliás o governo não pode ver o povo feliz. A massa precisa estar sob constantes chibatadas para que suas esperanças por dias melhores, estejam sempre pendentes das vontades palacianas. Nem o povo feliz de "Zé Ramalho" muito menos povo feliz do "Pampa" ou ainda do "Café com Leite".
Voltado a recompor a voracidade fiscal, que é uma característica de qualquer governo, foi editado o Decreto Lei aumentando o IOF – Imposto sobre Operações Financeira - em 0,38% e o aumentado o Contribuição sobre o Lucro Líquido Financeiro de 9% para 15%. Isto quer dizer que o custo do dinheiro terá aumento, que no final do cumprimento dos contratos bancárias terá repercussão estratosférica.
Para quem pensou que foi só isto, está enganado. Se de um lado foi tirado da cadeia de contribuições arcadas pelo contribuinte a CPMF, de outro o Governo Federal instituiu dois aumentos de alíquotas de impostos já existentes. Não se dando por vencido e por achar que lucro é uma contravenção social, a Secretaria da Receita Federal editou Instrução Normativa, que exige que os bancos informem semestralmente ao órgão oficial, as operações financeiras das pessoas físicas e pessoas jurídicas, sob argumento de controlar a sonegação fiscal e remessa de dinheiro ao exterior.
Percebe-se claramente nesta Instrução Normativa, ofensa vergonhosa contra princípios consagrados na Constituição Brasileira. Sem dúvida que deve haver controle dos órgãos oficiais da remessa ilegal de dinheiro ao exterior que não passe pelas vias do Banco Central. Mas é preciso lembrar que este regramento não pode afrontar o princípio da livre iniciativa, do sigilo bancário, da dignidade humana entre outros. Pior que afrontar uma norma é afrontar um princípio. O governa vem afrontando os dois, indiscriminadamente.
Além dos questionáveis métodos de cobrança e imposição de novos tributos, agora o governo também vem atacando o Supremo Tribunal Federal em manobras indesejadas, de argumentos pífios em manter tributos declarados inconstitucionais pelo pretório excelso. Necessário se faz registrar que pendem de julgamento, recursos que questionam a inconstitucionalidade de alguns impostos como no caso do Funrural e do PIS/Cofins sobre ICMS. Vale registrar que este último está em larga vantagem em favor do contribuinte, que cumpridas as formalidades e atendidos os anseios da sociedade de ver banida as ilegalidades, teremos finalmente banida uma arbitrariedade inaceitável nesta seara, da injusta carga tributária arcada pelo povo da terra tupiniquim.
O Congresso Nacional vem imitando Pilatos. Lava as mãos quando teria que ter outra atitude. O Executivo em sua irresponsabilidade, quebrou o encanto da classe produtiva que acreditou nas mudanças prometidas em campanha e tiveram efeito inverso. Entre as colunas do Executivo e Legislativo, restou vertical, o Judiciário, em corrigir as irregularidades. Esperamos todos nós, neste início de ano, que o Judiciário continue cumprindo de forma angular, os anseios da sociedade brasileira tão desacreditada nos demais poderes constitucionais brasileiros.E-mail: cos.schneider@gmail.com
domingo, 23 de dezembro de 2007
A Responsabilidade da Democracia
A construção "social" e construção do "futuro", são conceitos que, salvo melhor juízo, merecem profunda reflexão na análise de caráter individual, de foro próprio, íntimo que pertence a cada um de nós como cidadãos. Conceitos como investimentos, estrutura familiar, projetos profissionais, políticas sociais, são conceitos de estruturas complexas na análise individualizada . Assim, construir uma sociedade com futuro, sempre é imprevisível até porque o futuro é um tempo que ainda não é presente. Planejar um casamento, a tão sonhada formatura, viagem, construção da casa própria, são planejamentos muitas distantes que podem ser levados a efeito em curto ou longo lapso temporal. Entretanto, não há como afastar a vontade de "querer fazer" da realidade de "poder fazer".
Assim é a construção da uma sociedade com seus valores, crenças, hábitos, tradição. Aqui me parece o ponto que precisa de reflexão não só do Brasil, mas de boa parte dos países do planeta.
O Estado Brasileiro foi declarado como "Estado Laico" pelos últimos Presidentes da República do Brasil, enfatizado recentemente pelo presidente Lula. Não deixa de ser uma contradição tal assertiva, eis que o preâmbulo da Constituição Federal do Brasil de 1988 faz referência expressa da "proteção de Deus" na solução das controvérsias surgidas no seio da sociedade. A tradição diz que o brasileiro é um povo temente a Deus. O País é laico!!
A Constituição expressa também a formatação da cidadania, a dignidade da pessoa humana, dos valores sociais na defesa da paz, entre outras tantas prerrogativas asseguradas pelos princípios e valores constitucionais.
Verificam-se, entretanto profundas controvérsias entre o que determina a Constituição e o que verificamos no cotidiano dos costumes, hábitos e tradição. Em quase tudo onde o Estado se faz presente, há forte inversão de conceitos. Na grande maioria das vezes, a inversão de valores. A impressão que se tem da ação do Estado é de absoluta ineficácia e perda de comando. Entre os tantos intervencionismos estatais, as profundas mudanças no conceito "família" e "valores sociais".
Conceitualmente a família nasce na união entre "homem" e "mulher", por se trata da tradição, confirmada pela lei e com fundamento bíblico. Contudo, ela vem sofrendo constantes mudanças a tal ponto que, na concepção estatal, família também pode ser constituída a partir de apenas um dos genitores (pai ou mãe) e filho ou filhos. Isto quer dizer que o Estado diz que não é mais necessário que a família tenha necessariamente o casal como titulares da instituição. Ainda sobre o mesmo tema bastante controverso, diz respeito a formação de família a partir da união homossexual com a adoção de filhos, contrariando o princípio constitucional e da própria legislação brasileira. O Estado interveio. Contrariou, além dos princípios bíblicos, a legislação constitucional e infraconstitucional.
A Constituição trata também da igualdade entre as pessoas sem distinção de qualquer natureza, garantindo a inviolabilidade do direito "a vida". Ora... existem correntes pró-aborto e pena de morte com freqüência cada vez mais presentes nos debates públicos. Discriminações de pessoas pela cor, raça. Diga-se das cotas raciais. Uma discriminação instituída pelo Estado.
A segurança, um caos social. Nada mais inseguro que as vias públicas, que nos causa sensação de insegurança com conseqüências patrimoniais, que deveriam ser dissipadas pelo estado no momento que proíbe a "autotutela", ou seja, fazer justiça com as próprias mãos.
No Direito Tributário e Fiscal encontramos injustiças ainda maiores do intervencionismo estatal, violando gravemente a dignidade da pessoa humana, a liberdade ao exercício da atividade econômica, a paz social, além de afrontar a segurança jurídica, entre outras arbitrariedades praticadas pelos representantes do estado. Portanto, o Estado parece ser uma violação funcional.
Podemos mudar esta realidade a partir de uma única arma: o voto! A escolha de pessoas identificadas com a cultura local, com a matriz cultural, com o desenvolvimento social saudável, exigindo do representante eleito, o cumprimento dos fundamentos para viver numa sociedade mais justa e humana. Como derradeiro, votos de muita Saúde e Paz neste Natal e todo o ano de 2008.E-mail: cos.schneider@gmail.com
Assim é a construção da uma sociedade com seus valores, crenças, hábitos, tradição. Aqui me parece o ponto que precisa de reflexão não só do Brasil, mas de boa parte dos países do planeta.
O Estado Brasileiro foi declarado como "Estado Laico" pelos últimos Presidentes da República do Brasil, enfatizado recentemente pelo presidente Lula. Não deixa de ser uma contradição tal assertiva, eis que o preâmbulo da Constituição Federal do Brasil de 1988 faz referência expressa da "proteção de Deus" na solução das controvérsias surgidas no seio da sociedade. A tradição diz que o brasileiro é um povo temente a Deus. O País é laico!!
A Constituição expressa também a formatação da cidadania, a dignidade da pessoa humana, dos valores sociais na defesa da paz, entre outras tantas prerrogativas asseguradas pelos princípios e valores constitucionais.
Verificam-se, entretanto profundas controvérsias entre o que determina a Constituição e o que verificamos no cotidiano dos costumes, hábitos e tradição. Em quase tudo onde o Estado se faz presente, há forte inversão de conceitos. Na grande maioria das vezes, a inversão de valores. A impressão que se tem da ação do Estado é de absoluta ineficácia e perda de comando. Entre os tantos intervencionismos estatais, as profundas mudanças no conceito "família" e "valores sociais".
Conceitualmente a família nasce na união entre "homem" e "mulher", por se trata da tradição, confirmada pela lei e com fundamento bíblico. Contudo, ela vem sofrendo constantes mudanças a tal ponto que, na concepção estatal, família também pode ser constituída a partir de apenas um dos genitores (pai ou mãe) e filho ou filhos. Isto quer dizer que o Estado diz que não é mais necessário que a família tenha necessariamente o casal como titulares da instituição. Ainda sobre o mesmo tema bastante controverso, diz respeito a formação de família a partir da união homossexual com a adoção de filhos, contrariando o princípio constitucional e da própria legislação brasileira. O Estado interveio. Contrariou, além dos princípios bíblicos, a legislação constitucional e infraconstitucional.
A Constituição trata também da igualdade entre as pessoas sem distinção de qualquer natureza, garantindo a inviolabilidade do direito "a vida". Ora... existem correntes pró-aborto e pena de morte com freqüência cada vez mais presentes nos debates públicos. Discriminações de pessoas pela cor, raça. Diga-se das cotas raciais. Uma discriminação instituída pelo Estado.
A segurança, um caos social. Nada mais inseguro que as vias públicas, que nos causa sensação de insegurança com conseqüências patrimoniais, que deveriam ser dissipadas pelo estado no momento que proíbe a "autotutela", ou seja, fazer justiça com as próprias mãos.
No Direito Tributário e Fiscal encontramos injustiças ainda maiores do intervencionismo estatal, violando gravemente a dignidade da pessoa humana, a liberdade ao exercício da atividade econômica, a paz social, além de afrontar a segurança jurídica, entre outras arbitrariedades praticadas pelos representantes do estado. Portanto, o Estado parece ser uma violação funcional.
Podemos mudar esta realidade a partir de uma única arma: o voto! A escolha de pessoas identificadas com a cultura local, com a matriz cultural, com o desenvolvimento social saudável, exigindo do representante eleito, o cumprimento dos fundamentos para viver numa sociedade mais justa e humana. Como derradeiro, votos de muita Saúde e Paz neste Natal e todo o ano de 2008.E-mail: cos.schneider@gmail.com
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
A FERTILIDADE DA DITADURA
O homem, em seu estado natural, realmente é misterioso e não tem limites imaginários, quando o assunto é o mecanismo de submeter seu semelhante às vontades e vaidades pessoais.
Comentamos nesta coluna na semana passada de que, temos a comemorar muito neste finalzinho de 2007, a derrota de Hugo chaves na insana pretensão de se perpetuar no poder na Venezuela. Alguém poderia perguntar: "mas o que a Venezuela tem a ver com o Brasil". Simples! No mundo globalizado, o homem é lobo do homem. Conhecido dito popular do filósofo inglês Thomas Hobbes. Afinal, mesmo no limiar do século XXI está regada a terra da fertilidade dos ditadores.
Mais do que comemorar a derrota chavista, comemoramos o fim da reedição da vergonhosa rubrica da CPMF, levado a efeito pelo Senado Federal do dia 12 de dezembro de 2007, o que sem dúvida, se traduz em golpe para as pretensões comunistas encubadas pelo governo. Os pistoleiros de plantão, travestidos de cordeiros da corte, foram sumariamente derrotados pela Câmara Alta do Congresso Brasileiro. Serão mais de 40 bilhões de reais que passarão a circular novamente no meio produtivo, sem que sejam atirados ao ralo do desperdício do governo federal. Será dinheiro útil.
Mas um fato intrigante nesta história toda, não está no que é visível. O que teria motivado o Senado votar contra a CPMF? Teria sido ele orientado das pretensões do governo Lula? Teriam os "líderes" políticos triangulares de Hugo Chaves da Venezuela, Lula do Brasil e Evo Morales da Bolívia, despertado pretensões ocultas em organismos internacionais de algum plano de ação oculto do PT no Brasil? Entendo que sim.
Pois Washington, o que não é segredo para ninguém, vem monitorando as realidades na América Latina há muito tempo e fontes seguras revelam que, o Senado teria recebido documento preocupante, chamando atenção daquela casa legislativa para os próximos movimentos e intenções políticas do presidente brasileiro, na proposta "populista" de implantar seu governo socialista no país.
Não há duvida de que, com a derrota da CPMF, outras medidas de impacto virão para 2008 que terão reflexos na economia brasileira para compensar a reposição do imposto sobre o cheque. Seguramente Lula precisa consolidar seu poder de voto, caso pretenda (como de fato está na pauta do PT) buscar o terceiro mandato pelas vias obscuras.
Lembro de um comentário do vereador Eugênio Spier da Picada Café, que "além de aviões, existem outras coisas no ar". Certamente as tem. O terreno fértil está lavrado. Lula está preparando um dos maiores movimentos de reestruturação econômica, tão somente para satisfazer o ego do seu populismo para beneficiar o curral eleitoral petista da população de baixa renda. A reforma política que está por vir, autorizará o atual presidente se investir destas pretensões de se reeleger para mais um mandato, desta vez não de quatro, mas de seis anos.
O cheiro de dinheiro sujo de grandes investidores, em apoio às pretensões petistas é impressionante. Tudo leva a crer que o Senado Federal do Brasil, teve acesso a denúncias sérias e informações muito sigilosas, recebidas às vésperas da votação via Emenda Constitucional, da CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras. O Senado Federal tentou cortar a cabeça da serpente. O governo não se dará por vencido do revés sofrido. A reação virá, não tenho dúvida.
A derrota sofrida do governo no Senado da República, privando-o de utilizar a rubrica da CPMF, leva-o desespero, na solução de suprir a perda das receitas oriundas daquela contribuição. Ora, não há de se surpreender de um novo pacote econômico, depois de proclamada uma eventual reforma política, dando as condições favoráveis ao atual presidente brasileiro, para um novo mandato. Existem indícios no ar de um confisco tributário sobretudo nos fundos de poupança acima de R$ 50 ou 60 mil reais. O dinheiro deverá ser controlado pelo Banco Central que poderia ser movimentado somente de seis em seis meses, sob risco de remuneração zero. Os fundos de pensão também poderiam ser tributados em aproximadamente 35% dos ganhos. Os indícios vêm do Banco Central do Brasil que promoveu um levantamento completo sobre os investimentos feitos por 36 milhões de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros. Portanto, foi acesa uma vela ao santo e outra ao diabo. Nesta história toda, a única coisa certa é que o governo e seus brancalheones de plantão não se darão por vencidos. A história no número 3 não terminou.
Comentamos nesta coluna na semana passada de que, temos a comemorar muito neste finalzinho de 2007, a derrota de Hugo chaves na insana pretensão de se perpetuar no poder na Venezuela. Alguém poderia perguntar: "mas o que a Venezuela tem a ver com o Brasil". Simples! No mundo globalizado, o homem é lobo do homem. Conhecido dito popular do filósofo inglês Thomas Hobbes. Afinal, mesmo no limiar do século XXI está regada a terra da fertilidade dos ditadores.
Mais do que comemorar a derrota chavista, comemoramos o fim da reedição da vergonhosa rubrica da CPMF, levado a efeito pelo Senado Federal do dia 12 de dezembro de 2007, o que sem dúvida, se traduz em golpe para as pretensões comunistas encubadas pelo governo. Os pistoleiros de plantão, travestidos de cordeiros da corte, foram sumariamente derrotados pela Câmara Alta do Congresso Brasileiro. Serão mais de 40 bilhões de reais que passarão a circular novamente no meio produtivo, sem que sejam atirados ao ralo do desperdício do governo federal. Será dinheiro útil.
Mas um fato intrigante nesta história toda, não está no que é visível. O que teria motivado o Senado votar contra a CPMF? Teria sido ele orientado das pretensões do governo Lula? Teriam os "líderes" políticos triangulares de Hugo Chaves da Venezuela, Lula do Brasil e Evo Morales da Bolívia, despertado pretensões ocultas em organismos internacionais de algum plano de ação oculto do PT no Brasil? Entendo que sim.
Pois Washington, o que não é segredo para ninguém, vem monitorando as realidades na América Latina há muito tempo e fontes seguras revelam que, o Senado teria recebido documento preocupante, chamando atenção daquela casa legislativa para os próximos movimentos e intenções políticas do presidente brasileiro, na proposta "populista" de implantar seu governo socialista no país.
Não há duvida de que, com a derrota da CPMF, outras medidas de impacto virão para 2008 que terão reflexos na economia brasileira para compensar a reposição do imposto sobre o cheque. Seguramente Lula precisa consolidar seu poder de voto, caso pretenda (como de fato está na pauta do PT) buscar o terceiro mandato pelas vias obscuras.
Lembro de um comentário do vereador Eugênio Spier da Picada Café, que "além de aviões, existem outras coisas no ar". Certamente as tem. O terreno fértil está lavrado. Lula está preparando um dos maiores movimentos de reestruturação econômica, tão somente para satisfazer o ego do seu populismo para beneficiar o curral eleitoral petista da população de baixa renda. A reforma política que está por vir, autorizará o atual presidente se investir destas pretensões de se reeleger para mais um mandato, desta vez não de quatro, mas de seis anos.
O cheiro de dinheiro sujo de grandes investidores, em apoio às pretensões petistas é impressionante. Tudo leva a crer que o Senado Federal do Brasil, teve acesso a denúncias sérias e informações muito sigilosas, recebidas às vésperas da votação via Emenda Constitucional, da CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras. O Senado Federal tentou cortar a cabeça da serpente. O governo não se dará por vencido do revés sofrido. A reação virá, não tenho dúvida.
A derrota sofrida do governo no Senado da República, privando-o de utilizar a rubrica da CPMF, leva-o desespero, na solução de suprir a perda das receitas oriundas daquela contribuição. Ora, não há de se surpreender de um novo pacote econômico, depois de proclamada uma eventual reforma política, dando as condições favoráveis ao atual presidente brasileiro, para um novo mandato. Existem indícios no ar de um confisco tributário sobretudo nos fundos de poupança acima de R$ 50 ou 60 mil reais. O dinheiro deverá ser controlado pelo Banco Central que poderia ser movimentado somente de seis em seis meses, sob risco de remuneração zero. Os fundos de pensão também poderiam ser tributados em aproximadamente 35% dos ganhos. Os indícios vêm do Banco Central do Brasil que promoveu um levantamento completo sobre os investimentos feitos por 36 milhões de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros. Portanto, foi acesa uma vela ao santo e outra ao diabo. Nesta história toda, a única coisa certa é que o governo e seus brancalheones de plantão não se darão por vencidos. A história no número 3 não terminou.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Pediu mas ainda não levou
Havia reservado para o espaço de hoje, assunto tributário, matéria que afeta a grande, senão a totalidade da sociedade brasileira, que sucumbe diante de seus nefastos efeitos. Aliás duas coisas na vida do cidadão são inevitáveis e certas: a morte e o pagamento de Impostos. Abordar do lamentável retardamento no julgamento de duas Ações de Inconstitucionalidade Tributária, cujos efeitos do placar no Supremo Tribunal Federal, já se faz sentir nos Tribunais Regionais. Mas o momento merece foco em outro tema, que foi o assunto dos últimos dias e que afeta, direta e indiretamente a todos os cidadãos compromissados consigo e com a sociedade que vive.
Depois de muitas expectativas em torno da aprovação ou não da CPMF, da frustrante apreciação de um projeto de reforma constitucional derrotado na Venezuela, do filhote Stalinista Hugo Chaves, resta lembrar também de coisas agradáveis, como quem passou no vestibular, aprovação de passagem de ano, formaturas, a alegria contagiante o humorista "Willmutt" que ouvi pela primeira vez com seu humor e brincadeiras, levado ao ar dia 04 de dezembro, pela Rádio Imperial de Nova Petrópolis.
Poderíamos igualmente falar da sensação do alívio e da "justiça feita" com o rebaixamento, para a segunda divisão do futebol brasileiro, de um clube que tanto desgosto causou, sobretudo aos gaúchos, em turbulentos campeonatos brasileiros, como o caso do Corinthias de São Paulo. Somam-se a este sentimento, não só colorados, gremistas, mas os desportistas de todos os recantos do território brasileiro que acompanharam o vergonhoso desenrolar do campeonato brasileiro de 2005, envolvendo árbitros, juízes do STJD e a própria CBF . Creio não se tratar de sentimento de vingança, até porque, esta nada constrói. Mas, o sentimento de justiça providencial, contra os que violaram o bom senso, a dignidade dos bons dirigentes do futebol, sobretudo do futebol do Rio Grande do Sul que parece ser saco de pancada da imprensa do eixo Rio-São Paulo.
Temos muito que comemorar com a derrota das pretensões de Hugo Chaves de se perpetuar no poder na Venezuela. Como já foi dito aqui nesta coluna, a América do Sul vem encubando um modelo comunista de governo muito perigoso cujos efeitos nocivos em outros países deixou profundas cicatrizes. Chaves parece ser a célula incubadora da metamorfose que deverá atingir os governos de esquerda, ditos "socialistas" entre os quais se incluem a Argentina, Uruguay, Brasil, Chile e Bolívia.
O Brasil sentiu os efeitos da derrota de Chaves, mas não assimilou sua amplitude. Hugo Chaves, desqualificou o "referendum" da Venezuela como "uma vitória de m..."., Caso de vitorioso, daria ao Chavez o poder perpétuo, para governar a Venezuela como Ditador. Contudo, ele vai tentar reavaliar o resultado para novamente levar a proposta à apreciação popular. O governo Lula tem reiteradamente, rejeitado as pretensões do terceiro mandato, alegando ofensa ao princípio constitucional. Curiosamente, a ofensa à Constituição seria nos termos de hoje. Ocorre, entretanto que a Reforma Política via Emenda Constitucional, não daria ao atual Presidente da República o terceiro mandato, mas sim o "primeiro" depois da reforma. Aqui está o ovo de Colombo. É evidente que se negará sempre o pleito do terceiro, quarto, quinto mandato se submetido ao crivo dos mandamentos da atual Constituição. A sutil distorção é uma manobra maquiavélica para fraudar a opinião pública e perseverar a manutenção do poder de quem já causou tanto mal ao país às custas do trabalhador e do investido brasileiro.
A Executiva Nacional do PT deflagrou, recentemente, processo de votação em que levou a apreciação dos filiados da sigla, o recolhimento de assinaturas para a apresentação de um projeto de natureza "popular" criando uma Assembléia Constituinte Exclusiva. Para isto, o partido quer conseguir mais de 1,3 milhões de assinaturas em pelo menos cinco Estados da Federação Brasileira. Se alguém acha que o resultado da derrota de Chavez tem algo a ver com o que o PT pretende no país, está redondamente enganado. A ordem dos fatores não altera o produto. Logo, o que está por vir, será realmente uma afronta a tudo o que há de mais sagrado, assegurado pela Carta Política Brasileiro promulgada em 1988 e que será, em breve, violentamente estuprada. Quanto mais o PT negar mais um mandato presidencial, mais próximos estarão dele.
Depois de muitas expectativas em torno da aprovação ou não da CPMF, da frustrante apreciação de um projeto de reforma constitucional derrotado na Venezuela, do filhote Stalinista Hugo Chaves, resta lembrar também de coisas agradáveis, como quem passou no vestibular, aprovação de passagem de ano, formaturas, a alegria contagiante o humorista "Willmutt" que ouvi pela primeira vez com seu humor e brincadeiras, levado ao ar dia 04 de dezembro, pela Rádio Imperial de Nova Petrópolis.
Poderíamos igualmente falar da sensação do alívio e da "justiça feita" com o rebaixamento, para a segunda divisão do futebol brasileiro, de um clube que tanto desgosto causou, sobretudo aos gaúchos, em turbulentos campeonatos brasileiros, como o caso do Corinthias de São Paulo. Somam-se a este sentimento, não só colorados, gremistas, mas os desportistas de todos os recantos do território brasileiro que acompanharam o vergonhoso desenrolar do campeonato brasileiro de 2005, envolvendo árbitros, juízes do STJD e a própria CBF . Creio não se tratar de sentimento de vingança, até porque, esta nada constrói. Mas, o sentimento de justiça providencial, contra os que violaram o bom senso, a dignidade dos bons dirigentes do futebol, sobretudo do futebol do Rio Grande do Sul que parece ser saco de pancada da imprensa do eixo Rio-São Paulo.
Temos muito que comemorar com a derrota das pretensões de Hugo Chaves de se perpetuar no poder na Venezuela. Como já foi dito aqui nesta coluna, a América do Sul vem encubando um modelo comunista de governo muito perigoso cujos efeitos nocivos em outros países deixou profundas cicatrizes. Chaves parece ser a célula incubadora da metamorfose que deverá atingir os governos de esquerda, ditos "socialistas" entre os quais se incluem a Argentina, Uruguay, Brasil, Chile e Bolívia.
O Brasil sentiu os efeitos da derrota de Chaves, mas não assimilou sua amplitude. Hugo Chaves, desqualificou o "referendum" da Venezuela como "uma vitória de m..."., Caso de vitorioso, daria ao Chavez o poder perpétuo, para governar a Venezuela como Ditador. Contudo, ele vai tentar reavaliar o resultado para novamente levar a proposta à apreciação popular. O governo Lula tem reiteradamente, rejeitado as pretensões do terceiro mandato, alegando ofensa ao princípio constitucional. Curiosamente, a ofensa à Constituição seria nos termos de hoje. Ocorre, entretanto que a Reforma Política via Emenda Constitucional, não daria ao atual Presidente da República o terceiro mandato, mas sim o "primeiro" depois da reforma. Aqui está o ovo de Colombo. É evidente que se negará sempre o pleito do terceiro, quarto, quinto mandato se submetido ao crivo dos mandamentos da atual Constituição. A sutil distorção é uma manobra maquiavélica para fraudar a opinião pública e perseverar a manutenção do poder de quem já causou tanto mal ao país às custas do trabalhador e do investido brasileiro.
A Executiva Nacional do PT deflagrou, recentemente, processo de votação em que levou a apreciação dos filiados da sigla, o recolhimento de assinaturas para a apresentação de um projeto de natureza "popular" criando uma Assembléia Constituinte Exclusiva. Para isto, o partido quer conseguir mais de 1,3 milhões de assinaturas em pelo menos cinco Estados da Federação Brasileira. Se alguém acha que o resultado da derrota de Chavez tem algo a ver com o que o PT pretende no país, está redondamente enganado. A ordem dos fatores não altera o produto. Logo, o que está por vir, será realmente uma afronta a tudo o que há de mais sagrado, assegurado pela Carta Política Brasileiro promulgada em 1988 e que será, em breve, violentamente estuprada. Quanto mais o PT negar mais um mandato presidencial, mais próximos estarão dele.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Os Modernos Curandeiros Sociais
Não sei se a maioria das pessoas já se deu conta que estamos vivendo tempos, no mínimo interessantes, do ponto de visto político e social. Há muito temos chamado a atenção do povo em vários artigos publicados pelo Rio Grande do Sul que o país corre sério perigo.
Aqui quero me somar ao comentário do Vereador Eugênio Spier (PTB) da cidade de Picada Café, levado ao ar pela Rádio Imperial FM de Nova Petrópolis no dia 27 de novembro de 2007, sobre os perigos que rondam os horizontes da política brasileira, além das tempestades que estão por assolar o país em conseqüências do sucateamento das Forças Armadas, das equivocadas pretensões políticas por mais um mandato presidencial nas eleições de 2010, corrupção nos governos, no sistema financeiro, tudo para atender a um só propósito: Instabilizar a Ordem Social.
Percebam com que sutileza as coisas acontecem, sem darmos conta desta cruel realidade. São as nubladas ações à frente, que irão demonstrar um horroroso modelo bolchevista que, pelo fracasso, em outros continentes foi banido. Os vigaristas de plantão estão prontos para o golpe.
Ainda no comentário do Vereador Eugênio Spier, a referência ao lamentável sucateamento das forças armadas, deixando vulnerável o país aos ataques frenéticos desta horda de neobolchevista, é extremamente preocupante. A velha doutrina vem sendo trabalhada sutilmente no cérebro da sociedade brasileira, através da grande mídia, no sentido de reformular conceitos. Utilizam-se para tal prática, os telejornais, telenovelas, revistas de fofoca, na absorção do lixo de estúdio pela sociedade, sob a argumentação da cura da miséria social pelos modernos"curandeiros sociais" chavista, castrista ou lulista.
O regime de governo implantado a partir de 1964, se encerrou com a queda do Governo Militar em 1983. Sim, governo militar, pois não dá para dizer que foi uma ditadura! Bem ou mal, havia "ordem". Aquela ordenada na bandeira brasileira. Nas escolas os professores eram respeitados Os proprietários de imóveis urbanos e rurais amparados juridicamente sem precisar conviver com o pesadelo das invasões às fazendas com assaltos, estupros nas ocupações pelo MST, matando gado, destruindo plantações, incendiando casas, coisa que vemos acontecendo todos os dias inertes. Afinal, não é com nós. O resultado deste vandalismo foi banalizado em lavagem cerebral pela Grande Mídia a serviço da "intentona comunista" a tal ponto que os baderneiros de ontem, são tidos como as "vítimas" de hoje. No passado, foram os traidores, hoje comandam o país numa perigosa política social, saqueando vergonhosas indenizações dos cofres públicos, por conta de supostas perseguições, às custas dos contribuintes, que em síntese são as vítimas do sistema.
Enquanto estes vilões saqueiam o erário, como carrapato gordo sob o dorso magro do Estado, as Forças Armadas estão situação falimentar como do resto do país. A instituição vem sendo alvo de sistemáticos ataques. O sucateamento bélico, cortes no orçamento, desmoralizações patrocinadas pela mídia vermelha, são algumas das ações patrocinadas contra a instituição com objetivo de saquear as rendas públicas. Os dados oficiais dão conta que 78% dos blindados em operação no país, tem mais de 35 anos, anteriores, portanto à era da informática. Enquanto o venezuelano Hugo Chaves vem se armando até os dentes com moderna tecnologia de equipamentos bélicos, no Brasil o povo é convidado a depor armas instrumento utilizado em defesa própria. Mais da metade das viaturas do exercito tem mais de 20 anos, enquanto o atual presidente da república gastou uma fortuna na compra de uma única aeronave, utilizada para os seus passeios. Na questão dos blindados, dos 131 "Leopard" apenas 30% estão em operação, sem considerar que a maioria da artilharia é do tempo da Segunda Guerra Mundial. Enquanto isto, a guerrilha urbana do Rio de Janeiro dispõe a mais moderna artilharia do mercado.
Afinal, o assunto não é nosso. O culpado certamente é o Estado que permitiu chegar a este ponto. Será? O Estado somos nós, cidadãos qualificados como povo soberano. O Estado pertence a cada um dos seus cidadãos. O Estado deve ser guardado seus mandatários eleitos pelos cidadãos e é este o sentido da cidadania. O Estado não é do governo Lula, da governadora Yeda ou de quem quer que seja. A omissão do cidadão na cobrança da ordem institucional, tem como preço a rendição. Em tal situação, seremos submetidos a um regime totalitário, com a lavagem cerebral criminosa, experiência pela qual não queremos passar. E-mail: cos.schneider@gmail.com
Aqui quero me somar ao comentário do Vereador Eugênio Spier (PTB) da cidade de Picada Café, levado ao ar pela Rádio Imperial FM de Nova Petrópolis no dia 27 de novembro de 2007, sobre os perigos que rondam os horizontes da política brasileira, além das tempestades que estão por assolar o país em conseqüências do sucateamento das Forças Armadas, das equivocadas pretensões políticas por mais um mandato presidencial nas eleições de 2010, corrupção nos governos, no sistema financeiro, tudo para atender a um só propósito: Instabilizar a Ordem Social.
Percebam com que sutileza as coisas acontecem, sem darmos conta desta cruel realidade. São as nubladas ações à frente, que irão demonstrar um horroroso modelo bolchevista que, pelo fracasso, em outros continentes foi banido. Os vigaristas de plantão estão prontos para o golpe.
Ainda no comentário do Vereador Eugênio Spier, a referência ao lamentável sucateamento das forças armadas, deixando vulnerável o país aos ataques frenéticos desta horda de neobolchevista, é extremamente preocupante. A velha doutrina vem sendo trabalhada sutilmente no cérebro da sociedade brasileira, através da grande mídia, no sentido de reformular conceitos. Utilizam-se para tal prática, os telejornais, telenovelas, revistas de fofoca, na absorção do lixo de estúdio pela sociedade, sob a argumentação da cura da miséria social pelos modernos"curandeiros sociais" chavista, castrista ou lulista.
O regime de governo implantado a partir de 1964, se encerrou com a queda do Governo Militar em 1983. Sim, governo militar, pois não dá para dizer que foi uma ditadura! Bem ou mal, havia "ordem". Aquela ordenada na bandeira brasileira. Nas escolas os professores eram respeitados Os proprietários de imóveis urbanos e rurais amparados juridicamente sem precisar conviver com o pesadelo das invasões às fazendas com assaltos, estupros nas ocupações pelo MST, matando gado, destruindo plantações, incendiando casas, coisa que vemos acontecendo todos os dias inertes. Afinal, não é com nós. O resultado deste vandalismo foi banalizado em lavagem cerebral pela Grande Mídia a serviço da "intentona comunista" a tal ponto que os baderneiros de ontem, são tidos como as "vítimas" de hoje. No passado, foram os traidores, hoje comandam o país numa perigosa política social, saqueando vergonhosas indenizações dos cofres públicos, por conta de supostas perseguições, às custas dos contribuintes, que em síntese são as vítimas do sistema.
Enquanto estes vilões saqueiam o erário, como carrapato gordo sob o dorso magro do Estado, as Forças Armadas estão situação falimentar como do resto do país. A instituição vem sendo alvo de sistemáticos ataques. O sucateamento bélico, cortes no orçamento, desmoralizações patrocinadas pela mídia vermelha, são algumas das ações patrocinadas contra a instituição com objetivo de saquear as rendas públicas. Os dados oficiais dão conta que 78% dos blindados em operação no país, tem mais de 35 anos, anteriores, portanto à era da informática. Enquanto o venezuelano Hugo Chaves vem se armando até os dentes com moderna tecnologia de equipamentos bélicos, no Brasil o povo é convidado a depor armas instrumento utilizado em defesa própria. Mais da metade das viaturas do exercito tem mais de 20 anos, enquanto o atual presidente da república gastou uma fortuna na compra de uma única aeronave, utilizada para os seus passeios. Na questão dos blindados, dos 131 "Leopard" apenas 30% estão em operação, sem considerar que a maioria da artilharia é do tempo da Segunda Guerra Mundial. Enquanto isto, a guerrilha urbana do Rio de Janeiro dispõe a mais moderna artilharia do mercado.
Afinal, o assunto não é nosso. O culpado certamente é o Estado que permitiu chegar a este ponto. Será? O Estado somos nós, cidadãos qualificados como povo soberano. O Estado pertence a cada um dos seus cidadãos. O Estado deve ser guardado seus mandatários eleitos pelos cidadãos e é este o sentido da cidadania. O Estado não é do governo Lula, da governadora Yeda ou de quem quer que seja. A omissão do cidadão na cobrança da ordem institucional, tem como preço a rendição. Em tal situação, seremos submetidos a um regime totalitário, com a lavagem cerebral criminosa, experiência pela qual não queremos passar. E-mail: cos.schneider@gmail.com
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